segunda-feira, 24 de novembro de 2014

Ninguém te ama como Eu.



"Eu sei bem o que tens vivido. 
Sei também que tens chorado. 
Eu sei bem que tens sofrido. 
Pois permaneço ao teu lado!"

domingo, 23 de novembro de 2014

Família, a maior riqueza do mundo.

"A família é o alicerce da vida e o nosso porto seguro.
Quem tem esta dádiva possui a maior riqueza do mundo."
Preserve sempre!

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

20 de Novembro é Dia da Consciência Negra.

“A luta pela liberdade dos negros brasileiros jamais cessou. Em 1971, um significativo capítulo de nossa história vinha à tona pela ação de homens e mulheres do Grupo Palmares. Lá do Rio Grande do Sul era revelada a data do assassinato de Zumbi, um dos ícones da República de Palmares. Passados sete anos, ativistas negros reunidos em congresso do Movimento Negro Unificado contra a Discriminação Racial cunharam o 20 de novembro como Dia da Consciência Negra. Em 1978, era dado o passo que tornaria Zumbi dos Palmares um herói nacional, vinculado diretamente à resistência do povo negro.
Herdamos os propósitos de Luiza Mahin, Ganga Zumba e legiões de homens e mulheres negras que se rebelaram a um sistema de opressão. Lançaram mão de suas vidas a se conformarem com a prisão física e de pensamento. Contrapuseram-se ante às tentativas de aniquilamento de seus valores africanos e contribuíram com seus saberes para a fundação e o progresso do Brasil.
Orgulhosamente, exaltamos nossa origem africana e referendamos a unidade de luta pela liberdade de informação, manifestação religiosa e cultural. Buscamos maior participação e cidadania para os afro-brasileiros e nos associamos a outros grupos para dizer não ao racismo, à discriminação e ao preconceito racial.
Que este 20 de Novembro, assim como todos os outros, seja de muita festividade, alegria e renove nossas energias para continuarmos nossa trajetória para conquista de direitos e igualdade de oportunidades. Estejamos todos, homens e mulheres negras, irmanados nesta caminhada pela liberdade e pela consciência da riqueza da diversidade racial!”
(Matilde Ribeiro-Ministra da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial.)

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Papel dos pais na educação dos filhos.

O que é educação?

A palavra educação pode assumir diferentes significados. Entre eles, implica falar em hábitos e valores de determinada sociedade, em determinado momento histórico, que é transmitida para gerações posteriores. Além de ser algo da vida em sociedade, a educação também compreende o aprendizado das experiências individuais.
O processo educativo, ou a educação, pode ser ainda compreendido como o desenvolvimento intelectual, físico ou moral dos indivíduos com vistas à adaptação e à socialização. Para alguns autores, a educação pode ser dividida em: Educação Formal e Educação Não Formal. A primeira refere-se ao aprendizado escolar, que possui objetivos claros e específicos, amplamente conhecidos. Já a segunda compreende uma forma mais difusa de educação, com menos características hierárquicas. Assim, a educação não formal não pode ser entendida no sistema de progressão, já que não é algo sistematizado. Nos dias atuais, é difícil comparar as forças desses dois tipos de educação que, muitas vezes, agem em direções opostas: uma para formar e a outra para informar.

O que é educar?

Nos sentidos da palavra educação que discutimos, educar pode compreender tanto o processo de transmissão de conhecimentos, hábitos e valores, como também criar condições para que o sujeito experiencie o mundo. Educar é acompanhar e influenciar, de alguma forma, o desenvolvimento da aprendizagem, das capacidades físicas e intelectuais.
Os pais são educadores?

Alguns autores entendem que toda atuação familiar é educativa. Para exemplificar essa ideia, podemos usar o comportamento dos pais diante do comportamento dos filhos. A forma como os pais reagem ou não, ensina à criança as consequências de seu comportamento, mesmo que essa não seja a intenção. Os pais tem muita importância na educação dos filhos, pois são responsáveis por legitimar ou rechaçar conhecimentos e valores adquiridos pelas crianças no processo civilizatório. Exercem, portanto, importante mediação na relação da criança com o mundo.

Qual é o papel dos pais na educação?

Independente da ação da uma vontade consciente, os pais estão sempre participando da educação de seus filhos; desde o começo da vida, quando o comportamento dos pais pode influenciar a forma como os filhos irão se relacionar com o mundo e com as pessoas. Um exemplo disso é a educação sexual, muitos pais acreditam que não influenciam o comportamento dos filhos, ou, que pelo contrário, tem total domínio sobre isso. A questão é que o comportamento dos filhos diz muito sobre a forma como os pais agiram sobre determinado assunto. No exemplo que estamos discutindo: pais que não falam sobre o assunto, educam para o silêncio. Pais que falam, educam para a discussão. Isso é muito diferente de dizer que pais que falam sobre sexo, liberam os filhos para fazerem o que quiserem, como muitos tendem a crer. Educar para o diálogo, pressupõe que os pais tenham uma boa relação estabelecida com o objeto de discussão ou, quando isso não acontece, tenham coragem para ser sinceros e expressar limites e incapacidades.
Assim também acontece com relação à educação formal, a participação dos pais depende, antes de qualquer coisa, da relação que estes mesmo pais têm com o conhecimento. Pais que valorizam a formação científica e cultural tendem a influenciar positivamente a relação estabelecida entre os filhos e o processo de aprendizagem. A participação ativa no processo educacional indica esse interesse. Quando os pais se aproximam dos conteúdos aprendidos na escola e demonstram interesse, essa atitude reflete diretamente no comportamento dos filhos. O papel dos pais na educação dos filhos é, portanto, emocional. É o peso da relação familiar estabelecida com o mundo, com a ciência, com o conhecimento e, por isso, tão importante e determinante no direcionamento da formação dos filhos.

(Texto de Juliana Spinelli Ferrari-Graduada em psicologia pela UNESP - Universidade Estadual Paulista. Curso de psicoterapia breve pela FUNDEB - Fundação para o Desenvolvimento de Bauru Mestranda em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela USP-Universidade de São Paulo.)

domingo, 16 de novembro de 2014

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Noites Traiçoeiras.



Seja qual for o seu problema,
fale com Deus, Ele vai ajudar você.
Após a dor vem a alegria, pois Deus é amor e não te deixará sofrer!

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Por que as mulheres choram com tanta facilidade?



Ao assistir este vídeo podemos entender o quanto, as mulheres, são especiais para Deus e o quanto Deus confia em cada uma delas.
Amada do Senhor, Deus deu a você qualidades especiais para amar e cuidar de sua família, não desista nunca, mesmo quando você sentir que suas forças estão se acabando, mesmo que talvez não haja reconhecimentos, não desista, olhe para Deus, busque-o com toda sua fé e saiba que Deus lhe dará uma nova unção para você continuar. Você mulher é especial e amada do Senhor!

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Por que não é bom discutir na frente dos filhos?

Quando o objetivo de uma conversa é agredir o outro e não se entender, é bom os filhos não estarem por perto. E existem três grandes razões para isso. A primeira delas é que crianças menores de cinco anos são egocêntricas. Acreditam que tudo o que acontece tem a ver com elas. "Quando os pais brigam na sua frente, mesmo que não tenha nada a ver com ela, a criança acha que é a culpada. Ela cria uma culpa em seu imaginário e acredita que a desarmonia da casa acontece por sua causa", explica Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo Pompeia, em São Paulo. E isso acontece mesmo com as bem pequenas, que sentem o clima ruim e ficam angustiadas. É preciso mudar a energia do casal para ela ter a sensação de amor e segurança de volta. Para as que já entendem um pouco, é necessário explicações. Quando o assunto não é conversado - ou é mal conversado -, o resultado é uma criança culpada, um verdadeiro estrago em sua autoestima em construção.

O segundo motivo: crianças com menos de 3 anos não entendem o que é ironia. E por que isso é um problema? Porque as discussões raramente começam explosivas. Geralmente são dois adultos conversando, que começam a trocar farpas, com direito até a algumas risadas. Em determinado momento, um dos dois perde a paciência e explode. Do ponto de vista infantil, não há como entender por que duas pessoas que conversam (ela não capta que já estão discutindo) de repente começam a gritar e chorar. Fica a referência de que os diálogos dos pais sempre terminarão em gritos e isso gera o sentimento de instabilidade. Ela começa a desconfiar dos adultos, já que não sabe como eles irão reagir. A criança passa a ter um sentimento de impotência e insegurança. Ama os pais, sabe que precisa deles e, quando assiste às brigas, fica com a sensação de que as relações são muito frágeis. Para piorar, dependendo da idade, ela pode até tentar entrar na discussão e muitas vezes, no calor da raiva, o adulto pede para ela se calar, não vendo que o objetivo é apenas proteger a unidade familiar. Além disso, muitas vezes o filho pensa que deve sair em defesa de um dos pais, o que causa bastante sofrimento.

Por último, é sempre bom lembrar que os pais servem como uma referência. Eles são os tradutores da vida. A criança vai imitá-los, tentando resolver seus problemas com outras crianças também com gritos e choro. Pode acabar repetindo os mesmos padrões de hostilidade em suas relações sociais.
O que fazer depois que uma discussão acontece.

Pronto, vocês perderam a cabeça e acabaram discutindo na frente das crianças. Tão importante quanto tentar não repetir o ato é agir da forma correta depois que ele aconteceu. Não dá para os dois gritarem, baterem a porta, saírem dirigindo pela cidade ou se trancarem no quarto. Um dos pais - quem estiver mais calmo, claro - deve conversar com a criança, explicar o que aconteceu e aliviar sua culpa imaginária. Não precisa pedir desculpas. Basta explicar que isso faz parte das relações familiares. Faça isso mesmo que sejam três dias depois, mas não deixe passar em branco. "É necessário assegurá-la, explicando que adultos se desentendem, mesmo quando se gostam muito, e que eles vão se resolver e não precisam que a criança se preocupe com isso. O filho pode fazer perguntas, demonstrar tensão. Fique ao seu lado, mas evite pedir ajuda ou trazê-lo para o seu lado", explica a psicóloga Daniela da Rocha Paes Peres. E escute a criança. Deixe-a desabafar, tirar dúvidas, criar teorias sobre o ocorrido. O importante é sempre mostrar que está tudo bem ou caminhando para ficar. É importante fazer isso mesmo quando se trata de uma criança de 2, 3 anos, que parece não entender nada. Adapte a explicação com palavras que ela entenda e demonstre o seu carinho para ela se sentir segura.

Quando as discussões ocorrem com certa frequência, a criança pode ser mais afetada e apresentar mudanças físicas e emocionais, como falta de apetite, sono difícil, humor irritadiço e dificuldades de relacionamento com outras crianças. É importante conversar com ela, explicar, de forma coerente a sua idade, que o casamento passa por ajustes e essas discussões são para arrumá-lo. Em casos mais sérios, o melhor é consultar um especialista para ajudar vocês.

Cuidado com as crianças que não perguntam nada. Pode-se achar que elas nem prestaram atenção na briga ou simplesmente não ligaram para o que assistiram. O fato de ficarem quietas não significa que não estão assustadas. Elas podem estar em pânico e nem conseguir se expressar. Não deixe uma discussão sem explicação mesmo que o filho não se manifeste.

O lado bom das discussões.

Discutir nem sempre é brigar. Assistir a uma conversa em que os adultos usam um tom relativamente normal, expõem seus argumentos e trocam ideias para chegar a um acordo pode ser saudável e educativo para a criança. Ela aprenderá como é importante defender suas opiniões, sempre de forma gentil e educada. Também saberá que o pai pode ter uma posição sobre determinado assunto, a mãe outra e ele poderá ter outra ainda. E tudo bem. Com o tempo, vai desenvolver sua capacidade de argumentação, de raciocínio, de crítica e de lógica. E também saberá ser mais tolerante e aceitar o ponto de vista do outro.

Nunca ver uma discussão saudável entre os pais cria um ambiente que não é verdadeiro. A criança não aprende que pode lutar por suas ideias. Não saberá como funciona uma discussão - lembre-se de que ela aprende por imitação. Ou, o que pode ser pior: se um dos pais, para manter a paz familiar, decide simplesmente acatar a opinião do outro sem discutir ou dar vazão aos seus sentimentos, isso também ensina algo que não é legal. A criança corre o risco de fazer o mesmo no futuro, achando que o correto é esconder o que sente para evitar discussões.

Mas atenção! Quando o assunto é a criança, como questões referentes à sua educação ou ao comportamento, jamais o faça na frente dela, mesmo que a forma de discussão seja saudável. "Isso fragiliza o modelo parental. As divergências devem ser sanadas e, posteriormente, deve ser informada aos filhos qual a posição dos pais como uma unidade. Isso faz com que exista uma consistência e passa para a criança a ideia de unidade, segurança", explica Ricardo Halpern, pediatra e presidente do Departamento de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Como agir quando a discussão é mais violenta.

Brigas mais sérias, envolvendo palavrões e até atos de violência, podem acontecer. Nesse caso, a situação merece uma atenção ainda mais especial. "Quando a discussão for muito agressiva, destemperada, com palavrões e às vezes com atos violentos, é importante conversar com a criança num momento mais calmo, explicando que o que aconteceu não é normal, nem natural, nem desejável, mas às vezes acontece. E vale a regra de explicar que ela não precisa se preocupar nem procurar ajudar, pois os adultos vão resolver entre eles", avisa a psicóloga Daniela. Mas realmente aguarde vocês se acalmarem. Em um primeiro momento, apenas a tire da cena, explicando que está tudo bem, que vocês apenas perderam a calma e que mais tarde vocês irão conversar. Durante esse tempo, mantenha-a fazendo algo de que goste. Vale até pedir a ajuda discreta de um amigo ou parente, enquanto os adultos resolvem a situação.

Quando você briga com os seus pais na frente dos seus filhos.

Trata-se de uma situação bastante complicada, pois, além de presenciar uma discussão do tipo não saudável, ela envolve pais e avós e serve de exemplo direto de como papai e mamãe tratam os próprios pais. Como exigir respeito do seu filho se você acaba de demonstrar que não respeita os seus pais? "O efeito sobre a criança é perverso. Ela vê que os próprios pais não conseguiram ter uma relação equilibrada e adulta com seus genitores, o que abala a crença de que os conflitos que vivem serão sanados com a maturidade", diz a psicóloga Daniela. O melhor é sempre dizer a verdade de forma coerente com a idade da criança. É o momento de explicar que as relações podem ser diferentes, mostrar que você e sua mãe, por exemplo, ainda estão tentando encontrar um caminho bacana para conversar e que o aconteceu não foi legal, mas pode ocorrer. Mostre que muitos sentimentos serão mais bem entendidos e administrados quando se torna adulto, mas que é normal adultos, inclusive pais e filhos, ainda precisarem discutir para chegar à boa convivência. Não faça muitos dramas e aprenda a separar sua relação com os seus pais da relação deles como avôs. Isso significa que, mesmo se entendendo mal ou discutindo, seus filhos irão ver e passear com os avôs. A relação é outra.

(Daniela da Rocha Paes Peres, psicóloga; Ricardo Halpern, pediatra e Presidente do Departamento de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatria; Rita Calegari, psicóloga do Hospital São Camilo Pompeia) Fonte: Bebe.com.br

domingo, 2 de novembro de 2014

02 de novembro é Dia de Finados.


"A distância causa saudades, mas jamais o esquecimento. A despedida é um momento de tristeza em que os corações se preparam para viver uma saudade, o tempo passa, as pessoas mudam os momentos também, mas as lembranças permanecem. Não chorem, pois ninguém morre quando permanece vivo em nossos corações."
Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá.  (João 11:25-26)

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