terça-feira, 30 de setembro de 2014

Seja bem vindo mês de outubro.

Que Deus abençoe a todos.

Dicas de como lidar com a agressividade das crianças.

O comportamento agressivo faz parte do desenvolvimento normal de uma criança pequena. Pontapés, tapas e socos acabam sendo uma alternativa quando ela ainda não consegue se comunicar bem e tem uma imensa vontade de se tornar independente  e pouco controle sobre os impulsos. 
Mas não é porque socos e mordidas são comuns que devam ser ignorados ou aceitos. Mostre a seu filho que agredir os outros não é algo admissível e ensine outros jeitos de ele expressar sua irritação.


Veja algumas dicas para deixar a criança menos agressiva: 

Use a lógica nas suas atitudes

Se seu filho estiver brincando na piscina de bolinhas e começar a atirar as bolinhas nas outras crianças, tire-o de lá. Sente-se com ele, mostre as outras crianças se divertindo e explique que ele poderá voltar lá quando se sentir pronto para brincar sem machucá-las. 
Evite "raciocinar" com seu filho usando perguntas como: "Como você se sentiria se outra criança jogasse uma bola em você?". Crianças pequenas não conseguem se imaginar no lugar de outra ou mudar de comportamento baseado nesse tipo de conversa. Mas elas entendem direitinho quando uma atitude gera consequências negativas. 

Mantenha a calma

Gritar, bater ou dizer ao seu filho que ele é "feio" não o fará mudar de atitude -- você só o deixará mais irritado. Além disso, para que ele possa aprender a controlar sua raiva, o primeiro passo é ver os adultos que usa como modelo fazendo isso, e nesse caso o exemplo é você. 

Imponha limites claros

Não espere seu filho bater no irmãozinho pela terceira vez para só então dizer: "Agora chega!". Ele deve saber que fez algo errado já na primeira vez. Tire-o da situação em que está por um ou dois minutos -- é o melhor jeito de fazê-lo se acalmar. 
Depois de um tempo, ele vai acabar relacionando o mau comportamento com a consequência ruim, e aí vai entender que, se morder ou bater, acaba perdendo a farra e o melhor da festa. 

Discipline-o o tempo todo do mesmo jeito

Tanto quanto possível, aplique o mesmo tipo de bronca quando ele repetir o mesmo comportamento errado. Se ele mordeu o irmão e essa não tiver sido a primeira vez, diga: "Você mordeu o João de novo isso quer dizer que vai ficar de castigo outra vez". 
Seu filho vai perceber esse padrão e, em algum momento, se tudo der certo, vai compreender que sempre que se comporta mal recebe um castigo ou uma bronca. 
Mesmo em público, não deixe a vergonha ou o constrangimento impedirem você de reprovar o mau comportamento. Outros pais já passaram por isso  e, se as pessoas ficarem olhando, não dê muita atenção. Diga algo como: "Esta fase dos 2 anos é fogo!", e então aplique a disciplina como sempre faz em casa. 

Ajude seu filho a se expressar de outra maneira

Espere até seu filho se acalmar e converse com tranquilidade sobre o que aconteceu. Peça para ele explicar o que o fez ficar tão bravo. Diga que é natural sentir-se bravo, mas que não é legal demonstrar isso chutando, batendo ou mordendo. Encoraje-o a achar um jeito melhor de reagir, como pedir ajuda a um adulto ou falando o que está sentindo ("Pedro, você está me deixando bravo!"). 
Às vezes, a impulsividade da infância fala mais alto, mas faça seu filho entender que ele precisa pedir desculpas depois de agredir alguém. Ele pode fazer isso sem muita sinceridade no começo, mas a lição vai ficar, e ele acabará criando o hábito de pedir desculpas quando machucar alguém. 

Elogie o bom comportamento

Em vez de falar com seu filho só quando ele se comporta mal, dê atenção também quando ele agir corretamente. Por exemplo, se ele pedir para o amigo para brincar no balanço, em vez de empurrá-lo, diga: "Que legal que você pediu!". 
Os elogios ao bom comportamento ajudam a criança a distinguir o que é aceitável ou não, e a estimula a correr atrás de mais elogios e atenção por esse "bom caminho". 

Limite o tempo de TV

Desenhos e outros programas para crianças podem vir recheados de gritos, ameaças, empurrões, chutes, cenas cínicas e até atos de sadismo. Tente ficar de olho no que seu filho está assistindo, particularmente se ele tem tendência a ser agressivo. Veja TV com ele e converse sobre o que está se passando, dizendo, por exemplo: "Não foi um jeito legal de ele conseguir o que ele queria, não é mesmo?". 

Providencie atividades físicas

Você pode descobrir que seu filho vira um terror se não tiver como queimar energia. Se ele é bastante ativo, dê-lhe bastante tempo livre, de preferência ao ar livre. Não precisa ser nada muito estruturado: dê espaço a ele que certamente ele vai correr! 
Com a ajuda de uma bola, então, tudo se resolve. A atividade física deve deixar seu filho mais calmo, além de proporcionar um sono de melhor qualidade.

Não tenha medo de procurar ajuda

Às vezes a agressividade de uma criança pede mais intervenção do que um pai consegue dar. Se seu filho passa mais tempo sendo agressivo do que calmo, se ele parece assustar ou aborrecer outras crianças, ou se você não consegue melhorar o comportamento dele, por mais que faça, converse com o pediatra, que pode recomendar um psicólogo ou especialista. Juntos, vocês podem ajudar a criança. 
Ela ainda é novinha, e com paciência e criatividade, há chances de essa agressividade virar uma coisa do passado. 
(Fonte: Baby Center Brasil)

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

A importância da amamentação.

O leite materno é, sim, fundamental e insubstituível para garantir dezenas de benefícios para você e seu filho. 
Amamentar seu filho só faz bem!
E, depois de tanto tempo de espera, seu bebê finalmente está em seus braços. É você quem vai apresentar o mundo a ele e protegê-lo de todos os problemas. Mas o primeiro e principal cuidado que você deve oferecer ao seu filho é a amamentação. O leite materno é o alimento mais completo e equilibrado que a criança recebe até os 6 meses.
O leite humano tem propriedades que a indústria hoje, com toda a tecnologia mundial, ainda não consegue reproduzir, principalmente na parte imunológica”, diz a pediatra e neonatologista Clery Bernardi Gallacci, do Hospital e Maternidade Santa Joana (SP). Além disso, estudos mostram que o leite materno estimula o desenvolvimento cerebral no primeiro ano de vida. E isso já é comprovado há mais de 30 anos, mas novos estudos surgem para reforçar essa constatação.
O mais novo foi realizado no Hospital Infantil de Boston, nos Estados Unidos, e mostrou que, quanto mais tempo uma criança é amamentada, melhor será, ao longo da infância, o seu desempenho em testes que avaliam aspectos da cognição — como aquisição da linguagem, por exemplo. Elas também se saíram melhor em um teste de inteligência verbal e não verbal aos 7 anos. A pesquisa mostrou que cada mês a mais de amamentação aumentou progressivamente a pontuação das crianças nesses testes.

Mas os benefícios não param por aí. Abaixo você confere muitos outros:

1. Fácil de ser digerido, o leite materno provoca menos cólicas nos bebês.



2. Colabora para a formação do sistema imunológico da criança, previne alergias, obesidade e intolerância ao glúten.

3. Contém uma molécula chamada PSTI, responsável por proteger e reparar o intestino delicado dos recém-nascidos.

4. O momento da amamentação aumenta o vínculo entre mãe e filho e colabora para que a criança se relacione melhor com outras pessoas.

5. Previne a anemia.



6. A sucção ajuda no desenvolvimento da arcada dentária do bebê.

7. O ômega 3, presente no leite materno, ajuda no desenvolvimento e crescimento dos prematuros nos primeiros meses de vida.

8. Ajuda no desprendimento da placenta, contribuindo para a volta do útero ao tamanho normal. Com isso, também evita o sangramento excessivo e, consequentemente, que a mãe sofra de anemia.

9. Protege a mãe contra o câncer de mama e de ovário.

10. Amamentar reduz o risco de a mulher desenvolver síndrome metabólica (doenças cardíacas e diabetes) após a gravidez, inclusive para aquela que teve diabetes gestacional.



11. A amamentação dá às mães as sensações de bem-estar, de realização, e também ajuda a emagrecer, pois consome até 800 calorias por dia (mas dá uma fome...).

12. É de graça, natural, prático, e não desperdiça recursos naturais.

13. Está sempre pronto para ser transportado e ingerido (não precisa nem aquecer).

14. Protege a mãe contra doenças cardiovasculares no futuro.

15. Bebês que mamam exclusivamente no peito até os seis meses têm menos risco de desenvolver asma e artrite reumatoide e recebem uma proteína que combate vírus e bactérias do trato gastrointestinal.

16. Além de todos esses, é durante a amamentação, naquele momento só seu e dele, a cada trocar de olhar, que o vínculo vai se formando para sempre! 
Amamentar é um ato de amor! 
Aproveite este momento!

(Fonte: Revista Crescer)

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

Final de semana de bençãos e vitórias.

Não sei o que me espera os próximos dias, 
mas entrego-os nas Tuas mãos (Deus) e 
tenho certeza que tudo que for bom, 
verdadeiro e do seu agrado, acontecerá! 
Abençoa meu lar, minha família, meus 
amigos e nos conceda um FINAL DE 
SEMANA de bençãos e vitórias.
Que assim seja, em nome de 
Jesus Cristo, Amém!
(Priscilla Rodighiero)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Deficiências-Mario Quintana.



"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, 
aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade 
em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino."

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Criar filhos não deve ser algo encarado do ponto de vista da facilidade.

Muitas pessoas acreditam que um tapa - a tal da palmadinha - ensina a criança a não fazer mais o que está sendo punido.

Mas não ensina isso. Ensina outra coisa.
Ensina apenas que se ela fizer aquilo e um adulto souber, apanhará e sentirá dor.
Por essa lógica, bastaria, então, fazer aquilo somente quando o adulto não estiver, ou esconder o que foi feito.
Por esse prisma, palmada ensina mesmo, ensina sim, ensina muitas coisas.
- Ensina que somos passíveis de violência.
- Ensina que a violência é justificável quando nós achamos que é.
- Ensina que amor e violência podem andar juntos.
- Ensina que para escapar da violência, basta fazer escondido.
- Ensina a mentir.

Se é isso o que você pretende para a educação do seu filho ou sua filha, então palmada é, mesmo, uma opção para você. E é por isso - e para isso - que você a defende. Mesmo quando lança mão de uma série de argumentos frágeis, incoerentes, falsos, os quais podem ser desconstruídos sem muito esforço.
Mas se o que você deseja é ensinar as crianças a serem responsáveis, colaborativas, compreensivas, solidárias e coerentes, então palmada deixa automaticamente de ser uma opção.
Se o que você deseja é orientar e ensinar limites através do amor e do acolhimento, se o que você quer é ensiná-las pelo bom exemplo, ensiná-las a tomarem boas decisões e a fazerem boas escolhas, então você sabe que a palmada, ou qualquer outro tipo de violência, não é uma opção. Não para isso.

Quando você bate em uma criança porque ela saiu correndo para a rua e o carro quase a atropelou, você está ensinando que ela não pode fazer isso PORQUE irá apanhar. Essa é a relação causa-consequência que você ensina. E é muito fácil perceber o risco disso. Na sua ausência, por não ter entendido a verdadeira relação de perigo embutida, ela sairá correndo porque, afinal, o elemento de perigo - apanhar da mãe ou do pai - está ausente. Você transfere o risco para si e não para o que de fato pode comprometer a integridade da criança.
Palmada produz, além de tudo de ruim que sempre discutimos, esse tipo de relação equivocada: a transferência da relação causal para quem agride, e não para o foco de perigo.
Mas talvez essa não seja a pior inversão produzida pela violência. A mais deletéria e prejudicial talvez seja ensinar às crianças - os adultos do futuro - que AMOR E VIOLÊNCIA podem andar juntos, são parceiros, se reforçam.
E é isso o que tantos pais e mães fazem quando dizem: "Eu bato por amor. Bato para ensinar porque amo meu filho ou minha filha".
Isso ensina uma coisa extremamente perigosa: o amor tem aval para agredir. O amor é motivo para violentar. E violência pode ser aceita nesses casos.
Imagine uma criança que passa a vida inteira sendo agredida e ouvindo essa justificativa. Sem que perceba, sem que passe pelo crivo da consciência, embutido lá nos recônditos de sua essência, está sendo construída a noção de que amor e violência caminham juntos. E quem assim aprende a pensar torna-se vítima fácil. Ou agressor. E tudo em nome do amor.
Também por essas questões - que fogem à análise quando falamos apenas superficialmente da questão da educação violenta e que é deixada para trás quando pais e mães que batem tentam justificar seus atos - é que hoje centenas de famílias buscam ativamente formas de educar que excluem a violência como ferramenta. E que são baseadas na empatia, na cooperação, no entendimento de que crianças, como todas as outras pessoas, não são passíveis de agressão.
Sim, não é tarefa fácil.
Sim, exigirá de você o entendimento e a aceitação de suas próprias limitações e entraves.
Sim, exigirá de você, muitas vezes, a aceitação e reconstrução de seu próprio passado, principalmente se você também foi uma vítima da violência quando criança.
Mas criar filhos não deve ser algo encarado do ponto de vista da facilidade. Estamos falando de seres humanos, de novos cidadãos, de um futuro que pode ser diferente. Facilidade não deve ser a meta neste caso (talvez em nenhum caso, mas nesse ainda menos). Em sendo, estamos fadados a perder uma das maiores oportunidades de mudança e transformação social e coletiva: a mudança pelas pessoas, pela educação, pela empatia e não violência.
Foi também por isso que um dia, com base em tantas discussões positivas e textos escritos, eu e minha querida amiga Andreia Mortensen decidimos organizar algumas ideias sobre educação não violenta e a possibilidade concreta, prática, real de criar filhos excluindo qualquer tipo de violência - emocional, verbal, física, e que foram reunidas no livro "Educar sem violência - criando filhos sem palmadas."

(Autora do texto: Ligia Moreiras Sena, Bióloga, mestre em psicobiologia, doutora em farmacologia, área que deixou após se tornar mãe
Fonte: Cientista que virou mae.)

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Educar não é fácil, mas é possível sim educar sem bater!

Eu queria muito saber em que fundamento consiste a frase “melhor apanhar dos pais em casa do que da polícia na rua”? 


Pra mim não faz sentido nenhum essa afirmação. Mesmo sem estudar o mínimo sobre criação, essa frase nunca se encaixou nos meus pensamentos sobre como educar minha filha. E depois de algum tempo lendo e aprendendo, dar palmada ou mesmo agredi-la verbalmente está fora de cogitação para mim.
Em um estudo canadense, li o seguinte: "a punição física durante a infância está associada a problemas de comportamento na vida adulta, incluindo depressão, tristeza, ansiedade, sentimentos de melancolia, uso de drogas e álcool, e desajuste psicológico geral",isso sim faz o maior sentido para mim.
Veja bem, não estou dizendo que é fácil a mudança do padrão de educar, pois culturalmente estamos acostumados a levantar a mão e a voz a uma criança. Ouvimos diariamente na rua mães xingando seus filhos ou batendo neles porque estão fazendo escândalo no supermercado por exemplo. Mas se você observar melhor, no fundo, a criança está frustrada com alguma situação, e a “birra” é o jeito que ela conhece de tentar fazer ouvir seus desejos (naquele momento ela pode estar com sono, fome, entediada, cansada…). O que colocamos pra fora, em forma de violência, é a nossa frustração em não saber lidar com a situação, seja porque estamos estressados no dia a dia, seja porque fomos educados assim, seja porque não conseguimos ou não sabemos como conversar com nossos filhos ou, acredito mais nessa hipótese, não sabemos como criar os nossos filhos desde recém nascido.
A mudança no padrão de comportamento do adulto com relação a violência infantil, tem que ser um trabalho de formiguinha, ser construído aos poucos, pois é realmente muito difícil. Eu comecei a minha mudança a partir do momento que engravidei, apesar de nunca ter concordado com castigos físicos e psicológicos. Me policio 24 horas por dia, 7 dias por semana, para não fazer uso da minha frustração ou estresse para educar a Sofia, e com isso vou ganhando experiência e trabalhando minha paciência, ganhando a confiança da minha filha e dando exemplo positivo, porque novamente, não é fácil, mas é possível sim educar sem palmada!
(Texto de Aline Bucci-formada em gestão ambiental, doula, esposa e mãe. 
Fonte: O mundo de Sofia só que Bucci.)

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Cura Senhor, onde eu não posso ir!



Vamos Jesus passear, na minha vida. Quero voltar aos lugares em que fiquei só. Quero voltar lá contigo, vendo que estavas comigo. Quero sentir teu amor, a me embalar.

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

terça-feira, 16 de setembro de 2014

A mulher é o reflexo de seu homem.

Um dos casais mais belos do mundo esteve próximo a se separar. E nesse lindo texto fica claro que quem ama muito merece ser muito amado. 
Minha esposa ficou doente. Constantemente ela estava nervosa por causa de problemas no trabalho, na vida pessoal, seus erros e problemas com os filhos. Ela perdeu 13 quilos e pesava cerca de 40 quilos aos 35 anos. Ela ficou muito magra e estava constantemente chorando. Não era uma mulher feliz. Ela sofria de contínuas dores de cabeça, dor no coração e tensão muscular nas costas. Ela não dormia bem, conseguia pegar no sono apenas na parte da manhã e ficava cansada rapidamente durante o dia.
Nosso relacionamento estava a ponto de acabar. A beleza dela estava deixando-a. Ela tinha bolsas sob os olhos, cabelos desgrenhados. Ela parou de cuidar de si mesma. Se recusou a fazer filmes e rejeitou cada papel. Perdi a esperança e pensei que iríamos nos divorciar em breve... 
Foi então que eu decidi agir. Afinal, eu tenho a mulher mais bonita do planeta. Ela é a mulher ideal para mais da metade dos homens e mulheres da Terra, e eu o único que tinha permissão para dormir ao seu lado e abraçá-la. Comecei a mimá-la com flores, beijos e muitos elogios. Surpreendia-a e tentava agradá-la em todos os momentos. Enchi-a de presentes e comecei a viver apenas para ela. Só falava em público a seu respeito e relacionava todos os assuntos a ela, de alguma forma. Elogiei-a a sós e em frente a todos os nossos amigos. 
Vocês podem não acreditar, mas ela começou a renascer, a florescer… Tornou-se ainda melhor do que era antes. Ganhou peso, parou de ficar nervosa e me ama ainda mais do que antes. Eu nem sabia que ela podia amar tão intensamente. 
E então eu percebi uma coisa: 'A mulher é o reflexo de seu homem'. 
(Texto de Brad Pitt sobre Angelina Jolie.)

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Obrigada Senhor, pela benção de ser Mãe.

“Fiquei a me perguntar: Qual a minha profissão afinal? Na verdade minha carteira de trabalho está em branco, mas como dizer que eu não trabalho e que sim tenho uma profissão! Acho que ser apenas genitora e cuidadora é muito pouco diante de todas as atribuições diárias que nós Mães desempenhamos.
Cozinheira? Todos os dias comidinha fresquinha e gostosa, na hora certa.
Doméstica? Casa limpa e organizada, afinal temos bebes em casa e não podemos deixar poeira.
Lavadeira e Passadeira? Roupas sujas todos os dias precisam ser lavadas e depois as pilhas se formam esperando ser passadas.
Nutricionista? Sempre a procura de alimentos frescos e com valores nutricionais altos para que nossa família esteja sempre bem alimentada.
Enfermeira? Remédios na hora, cuidados na hora dos tombos, nebulização e xaropes.
Advogada? Sempre pronta para lutar e defender suas crias, mesmo que do outro lado seu oponente seja bem maior que você.
Decoradora? Temos o dever de deixar nossa casa apta para uma criança, sem nada que ofereça perigo, e ainda assim deixá-la bonita.
Recreadora? Tempo de lazer todos os dias, bola, carrinho, pique-pega, corre pra lá e pra cá...
Que canseira!
Depois de tanto pensar, descobri que sou tudo isso e muito mais, que Deus me deu dons e atribuições muito maiores do que eu mesma poderia imaginar!
Agradeço todos os dias por ter o privilégio de ir me deitar tão exausta!”
Obrigada Senhor, pela benção de ser Mãe!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Não tenha medo de errar e nem de acertar, tenha coragem!

"Um filho precisa de limites e pede limites. Crianças clamam por regras, por alguém que as diga por qual caminho devem seguir.
Uma criança sem limites será um adulto irresponsável, limite é um dos tipos de responsabilidade, responsabilidade que a criança toma pra si e sabe sim muito bem como lidar com ela.
Limite não traumatiza, não machuca e nem dói, limite é uma forma de cuidar.
Tem gente que acha que ter um filho é apenas ter mais um membro na família, apenas risos e gracinhas, apenas deixar a vida o ensinar, mas queridos a vida vai ensinar de uma forma muito mais ríspida e grosseira, o seu limite é o maior carinho que seu filho pode receber visto o modo como a vida ensina uma criança sem limites e sem regras.
Por isso que se deve pensar bem antes de ter um filho, pois ter um filho é esquecer-se um pouco de si e passar a trabalhar pela construção de um caráter, de uma personalidade, é respirar fundo e se manter firme, é saber a hora de ignorar e a hora de abraçar, a hora do sim e a hora do não.
Limites nada tem haver com palmadas, gritos ou palavras ofensivas estes sim traumatizam, limites tem haver com segurança, exemplos e amor.
Tenho escutado muito por aí frases como "trabalho demais", "é muito difícil", "é complicado", "dá isso logo pra esse menino(a) ficar quieto(a)" não deixe que desculpas como essas reflitam num futuro inteiro na vida da pessoa que você mais ama.
Por isso arregace suas mangas, sente-se e explique-se , explique o porque do certo e do errado, o porque do sim e o porque do não, seu filho é pequeno mas entende, entende sim pode ter certeza, não tenha pena, pais de verdade não tem pena de educar seus filhos.
Repita, repita e insista de novo, afinal eles são só crianças, nós os adultos temos o dever de guiá-los.
Não tenha medo de errar e nem de acertar, tenha coragem!!!
Eduque seu filho... esta será a maior prova do seu amor e ele irá agradecê-lo pelo resto de sua vida !!!"
(Texto escrito por Nancy Medina)

terça-feira, 9 de setembro de 2014

Filho Preferido.



"As mães amam todos os seus filhos e não preferem um mais do que o outro, apenas distribuem a sua atenção de maneira diferente, por serem diferentes as suas preocupações com cada um deles."

domingo, 7 de setembro de 2014

A mais linda canção já ouvida de Mãe para Filho de Cristina Mel.



"Os filhos são como as pipas:
Você ensinará a voar, mas não voarão o teu voo. Ensinará a sonhar, mas não sonharão teu sonho.
Ensinará a viver, mas não viverão a tua vida. Porém em cada voo, em cada sonho, e em cada período de suas vidas, permanecerá para sempre os rastros de teus ensinamentos."

Os filhos se educam através do amor, do exemplo, pela fé e pela conquista.



"Os pais são partículas de DEUS enviadas especialmente 
para essa sublime missão: EDUCAR! 
Educar é um ato de amor.
Educar é um ato de amor para com seus filhos, 
um ato de amor ao próximo, um ato de amor com a vida.
Educar é fornecer parte da bagagem e das lembranças 
que a criança vai levar para o resto da vida.
Educar é fazer parte dessas vidas novas para sempre. 
É fazer nossa parte para transformar um mundo 
num lugar melhor de se viver."

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

05 de setembro-Feliz Dia do Irmão!

"Parabéns a todos os irmãos, sejam eles 
de sangue, de alma ou de coração, 
isso na importa."
Que Deus abençoe a todos.

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

05 de setembro-Dia do Irmão.

"O amor entre irmãos é algo que não se inventa, 
não se escreve, não se cria, ele existe desde o
primeiro momento que nascemos."

terça-feira, 2 de setembro de 2014

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